Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 3) – Curso de Inglês e Hospedagem

Oi gente!! Como vocês sabem, há 4 anos fui para Vancouver – Canadá fazer intercâmbio. Fiquei por lá 1 mês e meio, mais ou menos, e decidi compartilhar essa experiência com vocês (que é puro amor ♥) por meio da série de posts “Meu Intercâmbio em Vancouver”. Nos dois primeiros posts contei como escolher a escola, a cidade que você quer morar, como é o processo de visto, viagem, imigração na chegada do país e tudo mais. Se você perdeu, leia os dois posts abaixo antes (e volte aqui depois, hahaha):

Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 1) – Primeiros Passos

Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 2) – Fazendo as Malas e Viajando

VANCOUVER

Bom, agora vamos para o post de hoje que será bem bacaninha. Hoje falarei um pouco das opções que você tem de cursos de inglês no Canadá (não abordarei cursos vocacionais e graduações no Canadá, ok? Apenas cursos de Inglês como Segunda Língua – English as a Second Language), como funciona a escola de línguas e a hospedagem. Só de falar nesse assunto, o meu coração já fica todo apertadinho, sabia? Que vontade de voltar pra lá!! Mas, deixemos esse chorume de lado, e vamos direto ao assunto:

Como escolher a melhor opção para me hospedar enquanto estiver estudando?

Bom, quando você faz um intercâmbio, existem algumas opções de hospedagem: Homestay, Student’s Residence ou Apartment. Ou seja, você pode ficar em casa de família, em uma residência estudantil ou alugar um apartamento por lá (ou sozinho, ou dividir com mais estudante), fica ao seu critério e o que se encaixa mais com a minha personalidade. Como funciona cada hospedagem?
– Homestay: Nesta opção, você “aluga” um quarto em uma casa de família na cidade (e veja, a família pode ou não ser canadense, ok? Basta ser cidadão residente do país e, por este motivo, você pode ficar com famílias filipinas – que tem inúmeras – de outras nacionalidades e canadenses também). Nesta opção, você geralmente tem um quarto individual e banheiro e cozinhas compartilhados (a família te dará a chave da casa e as regras de convivência). Geralmente, neste pacote, também estão inclusas de 2 a 3 refeições diárias, e você pode até levar para a escola. É bacana para quem quer praticar o inglês e para menores de idade. Além disso, as casas de família não costumam ficar no centro da cidade (que é onde normalmente a escola é localizada), então você terá que pegar ônibus ou skytrain (metro de lá) para chegar ao local, a média de deslocamento é 40 minutos. O custo de uma homestay gira, por mês, em torno de CAD$ 1,000.
– Student’s Residence: Essa foi a minha opção! Aqui você mora em uma residência estudantil, estilo república (só que mais organizado). A escola que eu estudei, a Canadian College of English Language, tem sua própria residência estudantil, que é um prédio com vários apartamentos dentro. Cada apartamento comporta 3 pessoas: 2 quartos (1 quarto compartilhado com 1 pessoa e 1 quarto individual), 1 banheiro (compartilhado para todos) e 1 cozinha (idem). É muito bacana porque, além de ficar no centro da cidade e me possibilitar ir à pé para a escola, ficava perto de tudo: do Stanley Park (o maior parque de Vancouver e um dos maiores do mundo), de lojas, supermercados e afins. Tudo perto! Mas tem um porém, aqui não são inclusas refeições, então você deve comprar sua comidinha e fazê-la. Para quem mora sozinho é bem ok, né? Além disso, tem estudante de tudo quanto é lugar do mundo lá, e você pode fazer várias amizades! O valor médio em uma residência estudantil, em quarto compartilhado, é de CAD$800,00.
– Apartment: Bom, essa tá óbvia, você aluga um apartamento (provavelmente em downtown) e pode dividi-lo com alguém. Os apartamentos podem ser totalmente mobiliados, ou somente com itens essenciais (todos os apartamentos são alugados com, ao menos, fogão e geladeira). Se você dividir com algumas pessoas, pode gastar até uns CAD$ 450,00.

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(essa era a minha residência, linda!!!!)vancouver2

(Vista do meu quarto: Mc Donald’s, Starbucks, Safeway, Pizza Hut… Meu deus!)

E a Escola de Inglês, como funciona?

Essa é a parte mais fácil desse pequeno-grande-post, já que hoje falaremos apenas dos cursos de inglês. Bom, aqui é simples. Você pode fazer intercâmbio mesmo que não fale nada de inglês, tenha apenas uma pequena noção. Ao chegar na escola, no seu primeiro dia de aula, você fará um tour pelas instalações da escola e, já neste dia, fará um teste de inglês, contendo: escrita, escuta, conversação e leitura. Depois é feita uma média e você será encaminhado para um nível: básico, intermediário, avançado (e aí as variações). Você pode iniciar as aulas em qualquer segunda-feira, já que toda segunda feira, um assunto novo é abordado, e você não ficará por fora. Além disso, você pode optar por estudar o dia todo, ou somente pela manhã. Eu optei para estudar das 8h30 às 16h, e funcionava assim: de manhã eu tinha aula de inglês de manhã e à tarde tinha aulas eletivas: você pode escolher conversação, cultura, business, aulas voltadas para certificados, cultura, e assim vai. É bem legal! E ah, vale citar que as salas de aula tem, no máximo, 12 alunos! Eu amei estudar na CCEL, mas saiba: você só pode falar na sua língua nativa nos intervalos e almoço, se falar português (no nosso caso) durante as aulas, com amigo, você leva advertência! Ao fim do curso você ganha um certificado e é isso. Puro amor e super delícia! As aulas são super interativas, têm jogos, leitura de jornal, revista, vídeo e essas coisas. Amo!

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(Meu caminho diário para chegar à escola!)

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(Rua da Residência Estudantil e o dia que nevou em Downtown!)

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(Turma de Advanced Class, Turma de Conversação e Teacher Michele. Miss it! Na minha sala tinha japonês, chileno, mexicano, iraniano, árabe, coreano..)

Fazer intercâmbio é uma experiência incrível, recomendo de olhos fechados e para qualquer pessoa. Vancouver é uma cidade maravilhosa! Fique ligado nos próximos posts, falarei de curiosidades de Vancouver, passeios para fazer, viagem à Victoria e muito mais!

Um beijo! 🙂

ATUALIZADO!

Acesse o novo post da série: Meu Intercâmbio em Vancouver – Canadá (Parte 4) – Stanley Park, Lynn Valley Park, Gastown e Lookout Tower

Acesse a parte 5: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 5) – Grouse Mountain, Vancouver Acquarium, Jogo de Hockey e UBC

Acesse a parte 6: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 6) – 23 Curiosidades sobre a cidade

Acesse a Parte 7: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 7 – Onde fazer compras de eletrônicos, roupas e souvenirs

Acesse a parte 8: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 8) – Viajando para Victória

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Pisca Pisca de Natal na Decoração

Semana que vem já é Natal, gente! Acabou o ano! Que loucura, ein? Para mim, esse ano passou super rápido que nem vi passar. Voou mesmo. E o Natal (e o Ano Novo) já está batendo na porta. Sabe aquelas luzes natalinas que você tem em casa, mas que não usa mais? Ou então: quer deixar sua casa mais charmosa, com esse climinha de natal delicioso? Então, nesse post tem várias inspirações para você.

Eu sempre achei lindo fazer decoração com pisca pisca. Deixa o ambiente super aconchegante, confortável, à meia luz. Fica linda. E, além do mais, é super baratinho de fazer, né? Basta pensar em um lugar para pendurar e botar a mão na massa. Você pode fazer um varalzinho com as luzes e deixá-los esticados na parede (basta colocar alguns preguinhos para deixar os fios firmes). Ou você pode, ainda, deixar em algum móvel, como um espelho, cabeceira da cama, home office. Qualquer lugar fica lindo! Outra sugestão bacana é você colocar em garrafas (funcionam, depois, como um abajur!), mas aí você terá que retirar o fundo dela, para conseguir ligar o pisca pisca na tomada, né? Além disso, você pode customizar as suas luzes para deixá-las com formas: você pode colocar (em cada luz) um copinho de papel, cortar papel vegetal em formato de flor, aqueles copinhos de brigadeiro. É um DIY fácil, barato e que fica lindo. Mas importante: o pisca pisca deve ser de LED, pois assim ele não esquenta e não corre o risco de pegar fogo. Então atente-se a isso, ok? Quer ver umas ideias? Vem comigo!

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E então, o que acharam? Fica super lindo e é mega fácil de fazer. Daqueles DIYs que dá pra fazer ouvindo uma musiquinha de natal (pra entrar no clima, adoro!) e tomando um cafezinho. Rapidinho você faz e deixa sua casa com outra cara. E ah, é uma dica que, além de ter total um clima de natal, você pode mantê-la durante todo o ano na sua casa! Afinal, deixar a casa da gente aconchegante e gostosinha de ficar não tem data pra acontecer, né?

Você faria na sua casa? Comenta aí!

Beijos e bom natal (já vamos entrando no clima do jingle bell ein??)

TAG – Meu Bichinho de Estimação / Meet My Pet

Oi gente!! Hoje o post é um pouquito diferente: vou responder uma tag (sabe? basicamente é responder um monte de pergunta de um determinado assunto, hahaha) que fui indicada pela Gabi Lourenço, do POC Blog. A Gabi é uma fofa e foi ótimo encontrá-la nessa blogosfera de Alá! O blog dela é bem parecido com o meu (de ideias: tem decoração, receitas, viagens!!), então dá uma passadinha por lá para conhecer também! 🙂 A TAG de hoje é de um assunto muito amor e maravilha na minha vida: Meu bichinho de estimação, aka minhas gatas lindas, aka minhas filhas maravilhosas. Já contei pra vocês um pouco da história delas, mas agora vou fazer com as perguntas. Vamos lá?

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1) Qual é o nome do seu animal de estimação?

Bom, eu tenho duas gatinhas, né? A Penny e a Lane. Quando as adotamos, elas tinham outros nomes: A Penny era chamada de Perséfone e a Lane de Psiquè. São nomes lindos, mas gente, que dificuldade ficar chamando uma gata assim. Pensa: “PER-SÉ-FO-NE, P-SI-QUÈ, pareeeem de subir na mesaaa!” Não dá, né? Dificultava muito, hahaha. Então decidimos mudar para Penny e Lane, e se você é uma pessoa perspicaz, percebeu que esse nome é uma homenagem à música Pennylane, dos Beatles (que eu e o Pedro tanto amamos ♥).

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2) Qual é a espécie e a raça dele (a)?
Elas são duas vira-latas! Lindas e maravilhosas.

3) Qual é a idade?
Não sabemos exatamente a data de nascimento delas, já que ambas foram resgatadas e encaminhadas para adoção, mas sabemos que quando as adotamos (em 29 de junho de 2013), elas tinham 1 aninho, então hoje devem ter 2 anos e meio. São os amores da minha vida!

4) Como você o adquiriu?
Como já contei no post de Adoção de Animais – Como Fazer, adotamos as babies na ONG Natureza Em Forma. Eu nunca fui muito de gostar de gatos, sempre achei que eram traiçoeiros (eita estereótipo maldito), mas quando eu e o Pedro nos mudamos para o apartamento, sentia que faltava algo, um bichinho. Como ficamos pouco em casa (ou ficávamos, já que agora o Pedro faz Home Office), e viajamos frequentemente para o RJ (cidade do Pedro), achamos que um cachorro se sentiria muito sozinho, além de ser mais dependente. Então resolvemos adotar gatos. A ideia inicial era adotar um casal, mas quando chegamos na ONG e ficamos com os gatos, nos apaixonamos pelas, então, Psiquè e Perséfone. Na ocasião tivemos que pagar uma contribuição de R$ 60,00 por animal (já que eram adultos), para auxiliar na manutenção da ONG, além de adquirir acessórios e comida para as gatas: ração, caixa para transporte, comedouro e bebedouro, caixa de areia e areia. Foi uma das melhores decisões das nossas vidas: elas são nossas filhas e enchem nossa casa de alegria (e pêlos).

5) O que ele (a) mais gosta de comer?
As duas comem mais ração (gato não tem essa de ficar xeretando comida de humano), mas a Penny ADORA um pote de iogurte (raspa tudo o que eu deixo na tigela) e leite! Já a Lane é mais quieta, mas de vez em quando aparece com uma barata na boca, um mosquito, e assim vai. Adoro quando isso acontece (ainda mais que não posso brigar com ela, já que é demonstração de amor, né?)

6) O que ele (a) faz que é muito engraçado/fofo?
Gente, gatos são naturalmente fofos e engraçados. A Penny e a Lane são muito engraçadas, mas demoraram um bocado para se darem bem: coisa de uns 3 ou 4 meses. Agora elas se lambem de amor, mas logo que termina a lambida, já rola uma patada de  “sai pra lá”. Elas se caçam o dia todo, adoram brincar com qualquer fio (de cadarço, de fone de ouvido) ou com laser. É demais! Além de ficarem miando e dando cabeçadinhas na gente pra ganharem carinho, né? Sem falar quando eles começam a amassar pãozinho e ronronar na gente (quase chorei a primeira vez que aconteceu comigo hahaha).

7) Como é a sua relação com seu animal de estimação?
De amor, eterno amor! Eu sou daquelas tipo “Felícia”, agarro, aperto, beijo e dou abraço. Elas não gostam muito, mas eu nem ligo, e elas já acostumaram. Hahahaha

8) Situação engraçada que aconteceu entre vocês
Muitas! Conviver com gatos é rir muito em casa. Eles são muito engraçados (como você já deve ter visto nos zilhares de vídeos fofos no YouTube). O mais engraçado é quando, do nada, DO NADA MESMO, elas dão a louca e começam a correr de um lado pro outro em casa, com as pupilas dilatadas. Parecem umas doidas, e eu e o Pedro ficamos nos divertindo em casa. Ou quando a gente está dormindo e elas pulam na nossa cabeça. Essas lindas!

9) Alguns apelidos/ nome que você chama seu animal de estimação.
Vários, eu coloco em prática todo o meu baby talk com elas: A Penny é a Gorda, a Linguini, a Rainha do Alasca e outras coisas. A Lane é a Mendiga, a Princesa do Deserto, a Tchubila. Não me julguem. Por favor. Hahaha

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É isso, gente! Agora vocês conhecem mais das minhas babies lindas e tudo de bom. Pra você conhecer a cachorrinha da Gabi, a Yana (linda!), é só ver o vídeo no Youtube. E aproveite para segui-la nas Redes Sociais, abaixo:

Fanpage | Canal no YouTube | Blog

Beijos e até mais! 🙂

Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 2) – Fazendo as Malas e Viajando

Oi Gentee!! Quem acompanha o blog sabe que semana passada iniciei a série com dicas sobre Vancouver e sobre a minha experiência de intercâmbio nessa cidade do amor. O primeiro post contei um pouco sobre o meu processo de decisão de país/cidade, qual escola escolhi, quem me assessorou. Perdeu o primeiro post? Então antes de ler este, clique no link abaixo:

Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 1) – Primeiros Passos

VANCOUVER

Bom, feito isso, vamos falar sobre uma das partes mais legais da viagem: os preparativos! Gente, como adoro esse momento. Como sou muito ansiosa, fico lendo e me preparando muito antes, e esse processo me deixa tão animada quanto a própria viagem! Neste post, vou falar um pouquinho do que você precisa levar na mala, o que você não pode (de jeito nenhum) deixar de levar para um intercâmbio, como foi a viagem, a imigração na chegada do aeroporto, e muito mais! Vambora?

ARRUMANDO A MALA

Eita parte gostosa! Como fui para Vancouver em Dezembro, tive que levar bastante roupa de inverno. Mesmo que o clima na cidade não seja tão rigoroso quanto outras cidades canadenses (tipo Toronto), já é bem frio para quem mora em um país tropical. A temperatura, nesta época do ano, varia entre 0ºC e 5ºC, até que não é tão frio, né? Ainda mais se você tiver em Downtown, que dificilmente neva (nos subúrbios já é bem comum, como Burnaby, New Westminster). Mas mesmo assim, é um frio que nós brasileiros não estamos acostumados, então, agasalhe-se BEM.

O que levei na mala? Além de casacos impermeáveis, botas, leggings e segunda-pele, levei secador de cabelo, itens para banho, alguns remédios essenciais (gripe, alergia, cólica e afins), roupas para o dia a dia, tênis, lembrancinhas brasileiras (pulserinhas do senhor do bonfim) para os amigos gringos da escola (se você ficar em homestay, também é legal levar presentinhos), itens escolares (caderno, agenda, lápis, caneta e tudo mais) e livrinhos sobre a cidade (que confesso que foram totalmente deixados de lado) divididas em duas malas grandes para despachar. Na mala de mão levei uma troca de roupa (caso a mala extraviasse), bolachas (hehe.) e documentos para imigração. Na mochila levei meus documentos pessoais, cartões de crédito, visa travel money, dinheiro em espécie, celular e notebook.

A VIAGEM: BRASIL – VANCOUVER

Eu viajei para Vancouver, como já mencionei, pela Air Canada. É uma companhia excelente, e que valeu muito a pena. Os voos normalmente saem (em São Paulo) às 22h00 com destino à Toronto. Essa viagem dura uma média de 11h. É bem cansativo, mas como é a noite, você sente menos. O serviço de bordo é ótimo e dispõe de telas individuais para você assistir a filmes, séries e tudo o mais. Além disso, neste voo, você receberá um folheto, que é um questionário, que você deverá informar qual o seu motivo de viagem para o país, se você está portando drogas, plantas, comidas in natura e outras coisas que são proibidas, o valor em dinheiro que você está levando, etc. Este folheto ficará sob sua posse, e você o entregará quando passar pela imigração. Chegando em Toronto, você diretamente passará na imigração (que explico abaixo) e aguarda sua conexão para Vancouver. A minha demorou umas 2h no máximo, eu acho. E lá é WiFi Free <3. A viagem de Toronto para Vancouver dura em média 6h (bem longa) e também é pela Air Canada, mas o serviço de bordo não é gratuito (só água, se não me engano). Então se você estiver com fome, já se prepare. E não é barato! O voo é tranquilo e é lindo sobrevoar as Rocky Mountains, você já chega em Vancouver apaixonado.

PASSANDO PELA IMIGRAÇÃO NO CANADÁ (TORONTO)

Lembre-se que quando você chegar no país, você passará pela imigração, ou seja, não é totalmente certo que você entre no país (mesmo com o visto no passaporte). Então não se esqueça de ter na sua mala de mão alguns itens:
– Passaporte;
– Questionário preenchido entregue no voo São Paulo / Toronto;
– Dinheiro em espécie e no cartão (VTM ou Crédito com bandeira internacional);
– Todos os documentos da escola onde você estudará, a carta de aceitação, a carta da família em que você ficará hospedado ou da residência estudantil (como foi o meu caso);
– Documento do seguro de vida internacional;
– Comprovante ou ticket emitido da passagem de volta (para pessoas que permanecerão menos de 6 meses no país)
É importante que, além de ter essas informações impressas e documentadas, você também memorize o nome da sua escola, da sua família, o endereço de onde se hospedará e tudo mais, ficará mais fácil. Se você não souber falar inglês, não se preocupe, eles providenciam um intérprete. Eles perguntarão poucas coisas, mas são basicamente essas informações que você deve saber. E ah, lembre-se: você precisa garantir que terá dinheiro (e que ele já está com você) para toda a sua estadia (assim, garantindo, que você não precisará procurar emprego localmente). No meu caso, fizeram umas quatro perguntas: o que eu iria fazer lá e em qual escola, onde me hospedaria e se estava portando mais de 10 mil dólares canadenses em espécie (eu acho que era essa quantia). E me liberaram, foi simples e bem tranquilo.

Ahhh, o meu visto era de estudante para 1 entrada. Ou seja, eles carimbaram o meu passaporte na entrada do país e isso quer dizer que se eu saísse por algum motivo (mesmo que fosse para os EUA), não entraria novamente. Então lembre-se bem dessas especificações quando for escolher qual visto aplicar.

Ufa! Essas foram algumas informações essenciais para o trajeto SP – Vancouver.

Semana que vem tem mais, sobre adaptação, conhecendo Vancouver, a escola e tudo mais. Stay tuned!

Bjs

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ATUALIZADO

Acesse os posts seguintes em:

Acesse a parte 3: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 3) – Curso de Inglês e Hospedagem

Acesse a parte 4: Meu Intercâmbio em Vancouver – Canadá (Parte 4) – Stanley Park, Lynn Valley Park, Gastown e Lookout Tower

Acesse a parte 5: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 5) – Grouse Mountain, Vancouver Acquarium, Jogo de Hockey e UBC

Acesse a parte 6: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 6) – 23 Curiosidades sobre a cidade

Acesse a Parte 7: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 7 – Onde fazer compras de eletrônicos, roupas e souvenirs

Acesse a parte 8: Meu Intercâmbio em Vancouver / Canadá (Parte 8) – Viajando para Victória

Decoração com Parede de Fotos

Foto é uma coisa que eu adoro, ainda mais se estiver impressa. Adoro poder tocar na foto, poder espalhar pela cama aquele monte de foto antiga e ficar olhando para elas. Faço isso quando vou para a casa da minha mãe, que ainda tem bastante foto nossa antiga impressa. Hoje, com tanta tecnologia, esse hábito foi um pouco esquecido, né? (tirando, é claro, os amantes da fotografia que ainda tiram fotos com câmeras analógicas, ou que gostam muito de fotografia). A maioria das pessoas hoje têm as fotos no computador ou no celular. O álbum é o álbum do Facebook ou do Instagram. Eu acho legal também, e super compartilho. Mas me faz uma falta enorme ter fotos físicas! Sempre fico pensando, quando tiver filhos, como farei para mostrar fotos para eles. Vou falar “ô filho, senta aqui na frente do computador e abre o Face da mamãe no álbum “x” pra eu te mostrar a minha vida.” Chato demais. Cadê a magia do álbum?? Das fotos desbotadas? Das dedicatórias e legendas atrás da foto? Sinto muita falta disso!

Mas, deixando de lado esse saudosismo todo, hoje vim mostrar para vocês como ainda é bacana imprimir fotos, nem que seja para deixar a decoração da sua casa ainda mais bonita (e não tem como ser mais personalizada do que isso, né?) e mais criativa. Uma ideia super bacana é você colar as fotos diretamente na parede, sem moldura mesmo, deixando um visual bem cru (sem muita estética mesmo) mas ainda assim super bacana e estilizado. Dá para você deixar a parede inteira (do teto ao chão) cheia de fotos, substituindo um papel de parede. Fica lindo e conta a sua história. Quer mais personalizado do que isso? Você pode, também, fazer imagens com as fotos; os corações são os mais usuais, ainda mais para quem é casado ou juntado (tipo eu, ahhaha). Fica lindo no quarto do casal, né? Para isso, basta você imprimir suas fotos (se todas forem do mesmo tamanho, é melhor para criar um “quadro” com as fotos) e têm vários sites que imprimem fotos com fundo de polaroid, sabe? Fica lindo e você não precisa gastar dinheiro com uma Instax. Há uns meses imprimi umas fotos do instagram como ímã de geladeira, sabe? Fiz na loja SambaPix e foi ótimo! Chegou rápido e super bem embalado. As fotos estão lá grudadas na geladeira até hoje e super intactas. Recomendo super! 🙂 Visite a Fanpage deles também, tem sempre novidade por lá. Bom, imprimindo suas fotos, basta pensar numa disposição e colar na parede: você pode deixar a fita crepe aparecendo, se quiser, ou colar por trás (para esconder), depende muito do seu gosto. Quer ver algumas inspirações de amor? ♥

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E aí, bora colocar umas fotos na parede? Tô desejando!

Beijo!