4 Filmes do Quentin Tarantino: Para assistir!

Hoje, 27 de março, o Diretor, Produtor, Roteirista e Ator Quentin Tarantino completa 52 anos! Tarantino é o tipo de diretor que tem uma assinatura marcada (e facilmente reconhecida) nos filmes. Muito sangue, muito sarcasmo e muita polêmica. Tarantino é desses diretores que ou você ama ou você odeia, nada de ficar em cima do muro. E eu amo, sou fã!

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O cara é simplesmente genial e, por conta disso, já levou vários prêmios para casa, tanto de direção quanto de roteiros originais (que são inigualáveis, convenhamos). O primeiro filme que assisti do Tarantino foi Pulp Fiction, e confesso que fiquei um tanto confusa. Era adolescente e não entendi muito bem o raciocínio lógico dele e a linha de pensamento. Depois, quando assisti já mais velha, amei! Que filme foda! E foi assim com todos os outros que assisti dele, menos um, que falarei mais para frente. Já assistiu Tarantino? Esses são meus preferidos, por ordem de importância ❤

1) Django Livre (2012)

O longa conta a história Django, interpretado por Jamie Foxx, um escravo liberto cujo passado brutal com seus antigos proprietários leva-o ao encontro do caçador de recompensas alemão: Dr. King Schultz (maravilhoso e genial Christoph Waltz). A junção inesperada de um negro alforriado com o caçador de recompensas é fenomenal. Conta com um elenco excepcional: além dos dois (INCRÍVEIS), ainda tem Leonardo DiCaprio e Samuel L. Jackson impecáveis. Para assistir DJÁ. Meu favorito do Tarantino de todos os tempos.

2) Bastardos Inglórios (2009)

O filme é ambientado durante a 2ª Guerra Mundial, com a capital francesa ocupada por nazistas O tenente Aldo Raine, interpretado pelo lindo do Brad Pitt é o encarregado de reunir um pelotão de soldados de origem judaica, com o objetivo de exterminar alemães nazistas da maneira mais cruel possível. Outra personagem principal é Shosanna Dreyfuss (Mélanie Laurent), uma judia que assiste a execução de sua família pelas mãos do coronel e nazista Hans Landa (olha o Christoph Waltz aí de novo!). Shosanna abre um cinema francês e planeja matar todos os nazistas, em vingança à sua família. Maravilhoso, épico, o final é incrível. Quase aplaudi a tela da minha televisão!

3) Pulp Fiction (1994)

Pulp Fiction foi o longa que colocou Tarantino na calçada da fama, é um marco! O longa conta três histórias diferentes de maneira concomitante, e que relacionam entre si, a respeito de dois assassinos profissionais (John Travolta e Samuel L. Jackson), o seu chefe (um gangster conhecido) e sua esposa (Uma Thurman) e um pugilista que foi pago pelo gangster para perder uma luta (Bruce Willis). 

4) Cães de Aluguel (1992)

O filme que assisti mais recentemente de Tarantino. O Pedro ama, acha genial! Eu gostei muito do filme, mas acho que por já estar acostumada com a forma de dirigir de Tarantino, não fiquei pirada no filme. Mas é excelente! O filme conta a história de Joe Cabot, um experiente criminoso, que reuniu seis bandidos para um grande roubo de diamantes, mas estes seis homens não sabem nada um sobre os outros e cada um utiliza uma cor como codinome. Porém durante o assalto algo saiu errado, pois diversos policiais esperavam no local. O longa se passa, basicamente, em três locações, e por isso é considerado tão genial: pelo orçamento. Os diálogos são ótimos e a trilha sonora é primorosa. Para assistir!

Não sou muito fã de Kill Bill (tanto o volume 1, quanto o volume 2), mas ambos merecem ser assistidos. Porque, né, é Tarantino. E por isso já vale a ida ao cinema (ou ao Pirate Bay, no caso, rsrs). Eu gostei dos dois, mas não os amo quanto os outros. Um que eu, definitivamente, não gostei foi Um Drink no Inferno. Gente, não consigo nem achar cult, sabe? Aquele filme que é antigo e que de tão ruim, é bom? Não curti!

E você, curte Tarantino? Qual seu preferido?

9 Coisas que você aprende quando sai da casa dos pais

Semana passada fiz um texto falando sobre as 6 coisas que aprendi morando com o namorado e hoje resolvi compartilhar alguma das coisas que você aprende quando sai de casa, seja para morar sozinho, com algum amigo ou com algum companheiro. Quando a gente sai da casa dos nossos pais, a gente percebe que não, muita coisa não vem junto com a casa, que não há manual de instruções e que você vai aprender na marra (muitas vezes errando).

Morar sem os pais é um eterno aprendizado e nos faz pensar “Gente, como a minha vida era fácil e eu não sabia!”. E, de fato, era. Por mais que você ajudasse seus pais pagando uma conta ou outra, nada se compara a ter que se planejar para pagar todas as contas do mês. E não são poucas! Além de muuuuitas outras coisas. Quer ver?

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1) Os utensílios de cozinha não vem junto com os móveis
Essa eu posso dizer que aprendi na marra. Quando eu e o Pedro nos mudamos, não fizemos chá de cozinha nem nada, então a nossa ida à loja de R$ 1,99 era frequente. Sempre tinha alguma coisa que não tínhamos e muitas delas eram utensílios de cozinha. Lembro a primeira vez que fomos fazer feijão para estrear a panela de pressão. Fizemos o feijão e na hora de experimentar, o Pedro disse: “Amor, pega aí a concha de feijão, por favor“. E eu: “Claro“. Claro nada, cadê a concha? Não tínhamos! Tivemos que pegar na caneca mesmo (rsrs). Então lembre-se: os utensílios que tinham na casa dos seus pais (e tinha de tudo, com uma variedade incrível, né?) não vem junto com a casa, infelizmente. A ideia que a gente tem é que isso é tão comum que a gente tem, mas não tem não. Rsrs

2) Existem técnicas variadas para lavar roupa
As roupas que a sua mãe lavava eram super bem lavadas, cheirosas e sem bolinhas, não eram? As suas, no começo, vão ficar com bolinhas (saudades, mãe rsrs) e você vai lavar tudo errado. Há técnicas para roupas delicadas, brancas, coloridas, escuras. Há enxague longo, rápido enxágue e muitas outras funções. Pois é, não é só jogar a roupa na máquina!

3) O lixo da casa não vai embora sozinho
De novo, a casa dos pais é sempre limpa e cheirosa. Quando você mora sozinho, se você não tirar o lixo do banheiro, da cozinha, das coisas jogadas pelo chão, ninguém o fará para você. E acredite, não há nada pior do que lixo acumulado pela casa, ainda mais se você não mora em apartamento (e pode retirá-lo a todo momento). Se você morar em casa, vai ter que aprender o dia e a hora que o lixeiro passa, e se você esqueceu de descer o lixo.. Ih, já era!

4) Você vai ter que aprender a cozinhar 
Ninguém sobrevive só de congelados, e por isso eu dou graças a Alá por morar com o Pedro! Ele é um mestre cuca de mão cheia e gosta de cozinhar, então eu tô feita! Mas eu entendo a necessidade de saber cozinhar, e juro que estou tentando. É questão de sobrevivência, né? Então aprenda!

5) Se você não manter sua casa limpa, ninguém o fará
Ninguém, a não ser você, poderá manter sua casa arrumada. Por mais que você tenha uma empregada semanal, quinzenal ou mensal, você terá que arrumar sua casa diariamente para ela se tornar habitável. Não vai ter mais mamãe para varrer a casa, para lavar a louça suja na pia depois de uma bebedeira ou para arrumar a casa. Será você e mais ninguém (tirando se você morar com outras pessoas). Aprenda, viver numa casa organizada, limpa e cheirosinha é uma delícia! ❤

6) Quando você ficar doente, não terá sopa da mamãe
Isso é muito triste, gente. Quando eu ficava doente, minha mãe sempre fazia minha sopa preferida (batida de legumes) com um suquinho natural de laranja. Além disso, cuidava de mim, me cobria e me dava remédio. Hoje, não tem mais isso. Se você mora sozinha e ficar com febre, vai ter que se cuidar sozinha. Eu, como moro com o Pedro, temos um ao outro para nos ajudar. Mas é isso: tenha sempre um estoque de medicamentos em casa, não dá para recorrer a ninguém se você ficar mal.

7) Você terá mais contas a pagar do que imaginava
São muitas! Você acha que terá só aluguel, conta de luz, água e internet. Mas nada disso, terá IPTU, terá gás (e se for de botijão, como eu, você ficará várias vezes na mão durante um jantar porque esqueceu que o gás estava acabando e, do nada, acaba), terá estacionamento, condomínio, celular, compras do mês (que são dificílimas de acertar a quantidade, no começo). Muita coisa! Então prepare-se, você verá muitos débitos na sua conta, então o melhor a se fazer é se planejar direitinho e se certificar que essas contas darão no seu orçamento.

8) Mobiliar uma casa é mais caro e mais trabalhoso do que você pensava
Sair da casa dos pais não é lá tão fácil assim, e exige muito planejamento anterior para você fazer uma escolha assertiva. Você terá que guardar uma grana para entrar na casa (mesmo que você case e ganhe muitos presentes), sempre terão muitas coisas a fazer, seja reforma, pintura de parede, carreto, mudança, etc. Mudar gasta dinheiro (e muito). Então se planeje, não faça nada às pressas, assim você não se arrependerá e poderá montar seu cantinho do jeito que você gosta, mesmo que você só tenha itens essenciais.

9) É muito bom!
No começo, quando você sai da casa dos seus pais e vai para uma nova casa, é super estranho. Lembro que eu demorei um pouco para me sentir em casa no novo apartamento, foi estranho não ver minha mãe todos os dias e muito mais estranho ter um lugar que era meu e que não tinha mais volta. Não era brincadeira de casinha, era real. Mas depois que você desenvolve um sentimento de pertencimento pela sua nova casa, é bom demais! É muito bom ter seu próprio cantinho, com as suas regras, seus horários, seus gostos estampados em todos os lugares. É uma delícia e um tratamento de choque para a maturidade. Hoje, vejo que minha relação com os meus pais estão mais maduras, sem aquelas briguinhas diárias que tínhamos, sabe? Eu amo muito. E morar com quem você ama e quer compartilhar uma vida, é melhor ainda.

E você, já saiu da casa dos pais? Me conta como foi! 🙂

Beijo!

Para se inspirar: Decoração com Cimento Queimado

Hoje é dia de decor aqui no blog!

Não sei vocês, mas nas minhas zapeadas nas interwebs, principalmente pelo tudo-de-bom do Pinterest, uma coisa que vejo na decoração, e que está super em alta, é o cimento queimado. Antes, o cimento queimado era apenas utilizado nos chãos e tinha um aspecto bem antigo mesmo, daqueles que a gente encontrava apenas na casa das nossas avós (muitas vezes com uma rachadura do tamanho da casa, rsrs). Mas hoje ele voltou com tudo! Ambientes com aspecto “balcão industrial” estão cada vez mais aparecendo nas revistas de design de interiores, com a fiação aparente e cimento queimado a dar com pau. E eu confesso que eu acho lindo! Por mais que eu curta super um ambiente mais vintage e retrô cheio de cores e cacarekos, esse tipo de design me conquistou.

O cimento queimado dá um toque mais clean à decoração, mas que te permite usar e abusar das cores no restante da decoração (móveis, itens, almofadas e afins). Além disso, hoje o cimento queimado não mais usado somente no chão, é na casa toda mesmo, inclusive na parede! Isso dá uma sensação de amplitude ao ambiente, além de ser mega fácil de manter limpo, né? Já que é um revestimento super lisinho. Outra coisa bacana é que ele tem alta resistência: suporta umidade, calor, frio. Gente, demais! Tá na hora de investir, né? Basta achar um pedreiro de confiança e que saiba utilizar o cimento queimado (a mistura é bem fácil, já que consiste apenas em cimento e areia, mas a técnica… é outra história!).

Você pode utilizar essa belezura em todos os cômodos da sua casa! Já tô querendo. Quer ver algumas ideias?

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E aí, você faria na sua casa? Acho puro amor! ❤

Beijito, até amanhã!

6 Coisas que aprendi morando com o namorado

Esse ano já faz dois anos que eu e o Pedro moramos juntos, e durante esse tempo aprendemos várias coisas sobre convivência, respeito, solidariedade e, principalmente, amor. Quando você namora com alguém, mas vivem em casas separadas, mesmo que você tenha uma super intimidade, nada se compara a dividir a mesma cama, o mesmo chuveiro e as mesmas contas. Quando você viaja a primeira vez com o seu namorado, já é uma primeira experiência de como é dividir um espaço com alguém que tem manias, momentos e hábitos completamente diferentes dos seus. Quando você mora junto, tudo isso é potencializado. E tem algumas coisinhas que você precisa saber antes de decidir dividir as escovas de dente com alguém. E não digo dividir apartamento com amigo, porque é bem diferente. Ali cada um tem seu espaço, sua comida, suas contas, apenas dividem o mesmo espaço. Quando é com o seu companheiro(a) não, é tudo dos dois.

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Tá pensando em dividir um teto com alguém? Então tenha em mente algumas coisas:

1) Você vai conviver com alguém com hábitos diferentes – e até estranhos – para você
Morar junto significa saber de cada detalhe da vida do seu companheiro: a hora que ele acorda para escovar o dente, o jeito com que ele ronca enquanto dorme, a mania que ele tem de deixar roupas jogadas pela casa, os horários diferentes, o jeito que ele cozinha. E vice-versa, ele vai saber de você. Ele sabe quando você vai no banheiro (e não adianta mais ligar o chuveiro para fingir que está tomando banho ao invés de estar fazendo o número dois), por exemplo. Os horários que vocês costumam dormir, também, no começo, podem ser diferentes (no meu caso, continua sendo: eu durmo mega cedo e o Pedro dorme super pouco!). Há muita coisa que você vai descobrir no seu parceiro, que antes você não tinha percebido. Talvez demore um pouco para vocês entrarem em sintonia como casal, como companheiros, mas acredite, isso acontece. E é uma delícia!

2) O dinheiro vai ser um dos maiores motivos das suas discussões
Quando você só namora, você não pensa muito em conta para pagar, pois não é prioridade de vocês. Quando você mora junto, isso muda 100%. Vocês dividirão conta de luz, de água, do aluguel ou do financiamento, do cartão de crédito e por aí vai. Por mais que vocês decidem quem paga o que, e paguem sempre em dia, dinheiro é sempre um dos maiores motivos das discussões. Quanto mais transparente vocês forem um com o outro, melhor é, pois essa (para mim) é a maior dor de cabeça (e contra) de se morar junto. Mas não tem o que fazer, né?

3) É muito importante dividir as tarefas domésticas
Esse é um ponto importante, e ainda bem que aqui em casa é super bem resolvido! Desde que nos mudamos, eu e o Pedro sempre tivemos um acordo em relação às tarefas de casa e nos dividimos sempre! Como vocês sabem, eu não cozinho nadica de nada, então o Pedro que cozinha (muito bem, por sinal) e eu lavo a louça. De resto, nos dividimos em tudo, varrer, passar pano na casa e limpar o banheiro. Afinal, a casa é dos dois, né? Ninguém merece limpar mais do que o outro. E estamos felizes assim!

4) Nunca vá dormir brigado
Se tem uma coisa que muda DEMAIS, são as brigas. Quando você não mora junto, e briga com o seu companheiro,cada um vai para a sua casa, dormem separados e tudo bem, no dia seguinte já podem conversar de novo. Quando você mora junto não: você briga e não tem para onde correr e não tem nada pior do que dormir brigado (um na sala, outro na cama ou os dois na cama e um virado pra cada lado). Brigou? Converse, ceda, entre em um acordo, mas não vá dormir brigado!

5) Converse sempre. DRs são essenciais!
Temos que desmistificar o conceito de DR como algo negativo: não é. Não há nada mais saudável do que conversar sobre a relação de vocês, o que está indo legal, o que é legal mudar. O diálogo é essencial para todo relacionamento e para você ir afinando a sintonia dos dois. Pense que são duas pessoas diferentes, que tiveram criações diferentes e que carregam diferentes histórias. Converse, converse, converse! Sempre!

6) Elogie e diga sempre que o ama!
Muitas vezes vocês vai se irritar com uma atitude do seu parceiro, com alguma mania ou qualquer outra coisa e tudo bem, é normal. Mas não se esqueça, nunca, de elogiar quando seu parceiro faz algo bacana, de dizer que ama, de abraçar e de beijar. Quando a gente mora junto, é normal que isso não ocorre sempre, a todo momento, como a chama da paixão do namoro. Por isso é super importante estar junto, ser parceiro, ouvi-lo, tirar um momento do dia só para conversar e perguntar como foi o dia dele. Essas atitudes mudam o nosso dia e fazem toda a diferença.

Muita coisa eu ainda estou aprendendo, e acho que é sempre assim, né? Um eterno aprendizado. E tenho que dizer: morar junto é bom demais! Minha relação com o Pedro, hoje, é mais madura e sólida. Somos muito companheiros em tudo! Amo muito!

Tchau!

Falando Sobre: O Grande Hotel Budapeste

Lembram da minha listinha de filmes para ver que foram indicados ao Oscar? Não? Então clique aqui. Eu escolhi alguns filmes indicados ao prêmio para assistir e foi muito legal, quanto filme bom teve este ano, ein? Infelizmente não consegui completar minha listinha, ainda faltam Sniper Americano, Jogo da Imitação e Foxcatcher para ver. Mas ainda tenho fé que os verei em breve, rsrs. Já falei aqui no blog de Boyhood, Birdman, Whiplash, Livre, A Teoria de Tudo e hoje é a vez de falar do mais novo filme do diretor Wes Anderson: O Grande Hotel Budapeste.

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O Grande Hotel Budapeste conta a história de Zero, um velho escritor, já idoso, lembrando de seus tempos de Lobby Boy no hotel em que trabalhava, na Hungria. A história se passa entre as duas grandes guerras e foca seus esforços na relação do gerente do hotel, M. Gustave (interpretado brilhantemente por Ralph Fiennes), e de seu funcionário recém-contratado, o Zero (interpretado por Tony Revolori), que desenvolvem uma amizade curiosa, mas genuína. Zero é o bibelô de M. Gustave, o queridinho dele, Zero, por sua vez, não mede esforços para fazer os gostos e as vontades de M. Gustave, sempre com um toque de sinceridade. Acontece que M. Gustave recebe parte da herança de uma antiga cliente (anndd lover) do Hotel, e obviamente seus familiares ficam possessos. Afinal, o que um gerente de hotel faz no testamento?

A herança destinada à M. Gustave, especificamente, era um famoso quadro da época Renascimento e eles (Zero e M. Gustave) o roubam. A trama dá-se na busca da família pelo objeto roubado e dos dois amigos passando, juntos, pelo apuro de estarem sendo procurados. A história basicamente é essa e confesso: caramba, como entretém! Que maneira linda de fazer cinema. A fotografia é absurdamente sensacional, viva e cheia de cores. É daqueles filmes que tem a direção carimbada, sabe? Quem assiste, tem a certeza de que é de Wes Anderson (como Tarantino). O filme é brilhante, tem um roteiro divertido e que te faz pregar o olho na tela do começo ao fim.

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Outro ponto ALTÍSSIMO do filme é o elenco. Gente! Com o passar do filme, atores super conhecidos e conceituados dão às caras e são memoráveis!  Você encontra Adrien Brody, Willem Dafoe, Mathieu Amalric, Jude Law, Saoirse Ronan, Jason Schwartzman, Harvey Keitel, Jeff Goldblum, Tilda Swinton, Owen Wilson, Tom Wilkinson, Edward Norton, Léa Seydoux e Bill Murray. Parada para reflexão: Edward Norton esteve em DOIS filmes com as maiores indicações ao Oscar deste ano: Birdman e este, Grande Hotel Budapeste. Esse agente dele merece parabéns, ein?

Grande Hotel Budapeste é um PUTA FILME. Lindo, engraçado e emocionante. E ah, pode assistir sozinho, com os filhos, com os amigos, namorado ou com os pais. É daqueles filmes que servem para todo mundo. Puro amor ♥. O longa foi lançado em 2014, tem 1h40 e levou para casa quatro estatuetas do Oscar: Melhor figurino, melhor maquiagem e penteados, melhor direção de arte e melhor banda sonora. Diz se não foram merecidos? Não dá pra dizer outra coisa, a não ser: Corre pra assistir, você não sabe o que está perdendo!